quarta-feira, 27 de junho de 2012

Conheçam Minha História

Eu me Chamo Dennis, tenho 30 anos. Nasci no dia 27 de Agosto de 1981, sou prematuro nasci de 7 para 8 meses.
Após 1 mês foi descoberto que eu tinha Hidrocefalia. 15 dias depois fiz minha primeira cirurgia, usa um cateter.

E aos dois nos fiz uma nova cirurgia a qual acabou ferindo meu cérebro no lado direito.

Coloco agora uma carta escrita por minha mãe num desabafo:

" Meu filho passou diversas cirurgias, usa uma válvula. Numa das cirurgias que ele fez esta válvula feriu o lado direito do cérebro; disse um dos médico, mas ele sempre foi bem assistido, foi coisa que tinha que acontecer e não foi negligência.

A partir dos 2 anos de idade ele passou a ter convulsões, foi a partir deste dia que começou o nosso dilema. Um dos médicos dizia que ele não podia ter convulsões, pois se isso acontecesse viraria epilepsia. Além de poder virar epilepsia, essas convulsões causariam dores e o machucariam o corpo todo.

A partir dos dois anos de idade ele passou a ter convulsões; toma remédios muito fortes.
Começou a fazer fisioterapia, fonoaudiologia, terapia ocupacional (TO), psicomotricidade, natação, como passava o tempo todo comigo e com um adulto, coloquei a tarde numa escola particular, para que ele pudesse brincar com crianças.

O pai trabalhava dia e noite para não deixar falta nada, nessa época era quase tudo pago. Eu além de cuidar dele e da casa fazia alguns bicos, dentro de casa mesmo, como tricô, artesanato, plantas para vender.

Um médico me disse que se eu tivesse grana o meu filho sarava, se eu não tivesse o meu filho não sarava.

Eu disse ao médico, que venderia meus passos de andar, mas, e meu sarava.

Os anos se passaram. Quando chegou a época de começar o 1º ano, ele não conseguiu então criou um bloqueio, ele tinha 10 anos de idade, mas suas atitudes era de uma criança de 5 anos.

A professora de meu filho dizia, ele sabe falar, mas, quando vai escrever não consegue. A diretora muito sábia dizia, põe ele numa máquina de escrever, aí ele escrevia, mas no restante ele precisava de ajuda.
Como mãe eu corria para todo o lado dizendo, ele não nasceu assim; existe uma parede, se tirar ele segue em frente.

Conversando com várias pessoas eu descobri uma psicóloga maravilhosa em São Paulo - SP. Passei a levá-lo, eu ia quase todos os dias; o laudo dela dela era que ele iria até a quarta série. Mas desde que ele foi pra lá, e mesmo depois de deixar de ir, ele nunca mais repetiu nenhum ano escolar.
Hoje ele é formado em Publicidade e Propaganda.

Ele só conseguiu alcançar tudo isso graças a escola onde ele fez o ensino fundamental e a essa psicóloga.

Agora ele é sacaneado pela sociedade, porque é mais lento.

Ele leva agora um currículo como deficiente. Mas as empresas o vem como doente e por isso não o contratam. Os que o entrevistam dizem que uma pessoa que desmaia é prejudicial.

A diretora da escola naqual ele estudou o ensino fundamental, o ajuda mais uma vez, o encaminhou para uma entidade que atende crianças que tem Síndrome de Down. Ele ficou por lá 3 anos de 2007  a 2010, ele trabalhava como voluntário.

Ele tem um irmão casado formou-se em história, o irmão dele dá aulas e tem uma linda menina.

Meu sonho era ver meu filho mais velho feliz e tendo o seu pé de meia."

Como viram nesse desabafo escrito no 23/09/2009. O sonho de minha mãe, que também é meu sonho  é ter uma vida independente.

Então se alguém puder ajudar com algum depoimento.

Ou algum médico puder me ajudar agradeceria muito.

Em meu nome e em nome de minha família.

Abaixo vão as definições e as características da Hidrocefalia e da Epilepsia.


Esta é a definição: "Hidrocefalia é uma palavra de origem grega: hidro significa água; céfalo, cabeça, que caracteriza uma doença congênita (adquirida durante a gestação) ou adquirida quando ocorre um acúmulo anormal de líquido (líquido cefalo-raquidiano, liquor ou LCR) em áreas específicas do cérebro chamadas de ventrículos. O LCR produzido nos ventrículos e nos plexos corióides, circula através de um sistema de canais no sistema nervoso central (SNC) e é absorvido na corrente sanguínea. O liquor tem grande importância na proteção do SNC visto que ele auxilia no amortecimento de impacto e por ser completamente estéril não permite também a entrada de qualquer substância ou microorganismo que possa lesar o cérebro. Na hidrocefalia ocorre um desequilíbrio deste liquor em relação à quantidade produzida e reabsorvida, como consequência, isso leva ao aumento do ventrículo e da pressão no cérebro."

Incidência: "Estimativas de estudos realizados baseado em informações de sistemas de saúde afirmam que a incidência de hidrocefalia é de 1-3 por 1000 nascimentos somente para a congênita ou de início precoce, acrescentando hidrocefalias adquiridas."

Existem muitos motivos que causam a hidrocefalia. 
Vejam:


A hidrocefalia adquirida pode ser causada por:
    • Infecções: Caxumba, Citomegalovirus, Hepatite, Poliomielite, Toxoplasmose, Varicela, Varíola;
    • Hemorragia intraventricular;
    • Meningite;
    • Traumatismos;
    • Tumores;
    • Cistos: Cisto aracnóide, cisto ependimário, cistos embrionários subcalosos e cisto retrocerebelar;
    • Estenose do Aqueduto Sylvius.

    [editar]Sinais e Sintomas:

    Quem sofre de Hidrocefalia podem vir a sofrer problemas de aprendizagem, normalmente associados a problemas de concentração, de raciocínio lógico ou de memória de curto prazo, problemas de coordenação, de organização, dificuldades de localização espaço-temporal, de motivação, puberdade precoce ou dificuldades na visão. No entanto, não é certo que tais situações tenham, necessariamente, de ocorrer na pessoa com Hidrocefalia.

    Outros problemas que podem ocorrer são:
      • Crescimento rápido e exagerado do Crânio.
    • Nas crianças mais velhas e em adultos, os sintomas incluem:
      • Dificuldade para caminhar
      • Perda das habilidades física
      • Mudança de personalidade
      • Mudança de personalidade
      Em qualquer idade, os sintomas podem incluir:
      • Diagnóstico


        O ultra-som ainda tem sido o meio mais eficaz e rápido de diagnosticar precocemente a hidrocefalia no período gestacional, podendo ainda serem utilizados tomografias computadorizadas e ressonância nuclear magnética que permitem delimitar as áreas afetadas com precisão.

        A importância de um diagnóstico precoce se faz pelo fato de quanto antes se tomar as devidas providências e iniciar o tratamento melhores serão as chances do paciente e menor possibilidade de sequelas.

        Tratamento



        O tratamento para a hidrocefalia é medicamentoso podendo muitas vezes ser cirúrgico, o qual tem obtido resultados significativos com o uso de Derivação Ventrículo-Peritoneal (DVP) com o objetivo de drenar o LCR em excesso nos ventrículos para outras cavidades corporais anulando a pressão causada pelo aumento ventricular. Embora também possa ser feita drenando o líquor para o átrio direito ou através de terceiro ventriculo, a forma mais utilizada é a derivação ventrículo-peritoneal. Foram encontradas significantes diminuições na mortalidade e da morbidade em crianças hidrocéfalas após a introdução da válvula.

        Podem ocorrer defeitos ou mesmo infecção na válvula por isso os familiares devem ser avisados e estarem atentos a possíveis problemas ocasionados pelas válvulas para que o quanto antes se tomem as devidas providências.
        A Fisioterapia neuropediátrica tem obtido sucesso na reabilitação, dentro das capacidades de cada paciente, na hidrocefalia com objetivo de ganhar controle de cabeça e tronco, de membros superiores, bem como na prevenção de contratura, problemas respiratórios e complicações que possam vir da própŕia doença.

        Crises epiléticas ou Ataques Epiléticos
        O que é a Epilepsia?
        Epilepsia (do grego antigo ἐπιληψία (Epilepsia) - "apreensão") é um conjunto comum e diversificado de desordens crônicas neurológicas caracterizada por convulsão.Algumas definições de epilepsia dizem que as convulsões podem ser recorrentes, mas outras afirmam apenas um único ataque combinado com alterações cerebrais que aumentam a chance de crises futuras. 

        Cerca de 50 milhões de pessoas no mundo sofrem de epilepsia, e quase 90% delas ocorrem em países em desenvolvimento.A epilepsia se torna mais comum com a idade. O início de novos casos ocorrem mais frequentemente em crianças e idosos.Como consequência de uma cirurgia cerebral, crises epilépticas podem ocorrer em pacientes em recuperação.

        A epilepsia é geralmente controlada, mas não curada com a medicação. Contudo, mais de 30% das pessoas com epilepsia não têm o controle das crises mesmo com os melhores medicamentos disponíveis. Cirurgia pode ser considerada em casos difíceis. Não deve ser entendida como uma doença única.
        O Tratamento:
        Antigamente acreditava-se que a associação de vários remédios ajudaria a obter melhores resultados, mas ficou provado que esse tipo de conduta é inadequado porque favorece o acúmulo dos efeitos colaterais. O diagnóstico de epilepsia deve ser estabelecido de forma definitiva antes do início do tratamento. A decisão de se iniciar o tratamento deve considerar o paciente como um todo: a severidade do quadro clínico e seu prognóstico. Deve-se ter bem claro o propósito deste tratamento e a expectativa do paciente.
        Tendo-se decidido que o paciente requer tratamento medicamentoso, depara-se a necessidade de escolher a medicação adequada. Muito importante é ter em conta que a medicação, após instituída, deverá ser mantida durante muitos anos, por vezes até o final da vida. A escolha da medicação antiepiléptica a ser utilizada é feita com base no tipo de crise apresentada pelo paciente. A consequência imediata da escolha adequada da medicação, associada à eficácia contra as crises, melhora a adaptablidade social do paciente epiléptico, que poderá atender melhor e mais facilmente às exigências de seu meio, dentro de uma vida de qualidade.
        A maneira como o indivíduo interage com o ambiente social (famíliatrabalhoamigos) é bastante afetada pelo fato de ele ser um portador de epilepsia. O tratamento deve, portanto, não apenas visar o controle de suas crises, mas a melhora da qualidade de vida do paciente, garantindo uma melhor integração social.
        Prognóstico:
        A maioria das pessoas com epilepsia aparenta levar uma vida normal. Ainda que a epilepsia atualmente não tenha cura definitiva, em algumas pessoas ela eventualmente desaparece. A maioria dos ataques epilépticos não causa lesão cerebral. Não é incomum que pessoas com epilepsia, especialmente crianças, desenvolvam problemas emocionais e de comportamento. Para muitas pessoas com epilepsia o risco de ataques epilépticos restringe sua independência. A maioria das mulheres com epilepsia pode ficar grávida, mas deve discutir com o médico sobre sua doença e medicamentos tomados. Mulheres com epilepsia tem uma chance maior de 90% de ter um bebê saudável.
        Crises Epléptca:
        É a manifestação clínica causada por uma descarga transitória, excessiva e anormal de células nervosas. Pode ser comparada a umatempestade elétrica, ocorrendo num grupo de neurônios. As descargas podem variar de local, extensão e severidade, o que leva a uma ampla diversidade de formas clínicas. Os sinais e sintomas de uma crise epiléptica (distúrbios da consciência, dos movimentos ou da sensibilidade) refletem, portanto, a ativação da parte do cérebro afetada por esta atividade excessiva. Pode ser afetada apenas uma parte do cérebro (crise parcial ou focal) ou toda extensão dos dois hemisférios cerebrais (crise generalizada).
        É importante lembrar que o termo disritmia, aplicado nesta área, não tem fundamento científico.
        Existem várias causas para a epilepsia, pois muitos fatores podem lesar os neurônios (células nervosas) ou o modo como estes se comunicam entre si. Os mais frequentes são: traumatismos cranianos, provocando cicatrizes cerebrais; traumatismos de parto; certas drogas ou tóxicos; interrupção do fluxo sanguíneo cerebral causado por acidente vascular cerebral ou problemas cardiovasculares; doenças infecciosas ou tumores.
        Podem ser encontradas lesões no cérebro através de exames de imagem, como a tomografia computadorizada, mas normalmente tais lesões não são encontradas. O eletroencefalograma pode ajudar, mas idealmente deve ser feito durante a crise. Existe uma discussão sobre a "personalidade epiléptica" no sistema legal, mas de um modo geral o epiléptico não deve ser considerado inimputável.
        Quando se identifica uma causa que provoque a epilepsia, esta é designada por "sintomática", quer dizer, a epilepsia é apenas o sintoma pelo qual a doença subjacente se manifestou; em 65% dos casos não se consegue detectar nenhuma causa - é a chamada epilepsia "idiopática".
        Emprega-se o termo epilepsia "criptogênica" quando se suspeita da existência de uma causa, mas não se consegue detectar a mesma.

        Conquanto possa ser provocada por uma doença infecciosa, a epilepsia, ao invés de algumas crenças habituais, não é contagiosa, ninguém a pode contrair em contato com um epiléptico. Na maioria dos casos a epilepsia deve-se a uma lesão cerebral causada portraumatismo provocado por acidente físico, num tumor, numa infecção, no parasita cisticerco, num parto com complicações,meningite, embora em menor frequência pode ser genético,[11][12] significando que, em poucos casos, a epilepsia pode ser transmitidaaos filhos. Outro fator que pode explicar a incidência da epilepsia entre parentes próximos é que algumas de suas possíveis causas, como a infecção e a meningite, são contagiosas, expondo parentes próximos a uma incidência maior. Do mesmo modo, acisticercose, que é causada pela ingestão de cistos provenientes da Taenia solium (transmitida através da ingestão de ovos da tênia que se aloja no intestino humano), é adquirida através da ingestão de alimentos contaminados, que costumeiramente fazem parte da alimentação de parentes próximos. A despeito da crença popular de que a epilepsia é incurável, existem tratamentos medicamentososcirurgias capazes de controlar e até curar a epilepsia.
        Alguns fatores que podem desencadear crises epilépticas:
        A epilepsia é uma das mais comuns dos distúrbios neurológicos graves.[13] Cerca de 3% das pessoas serão diagnosticadas com epilepsia em algum momento de suas vidas.[ As condições genéticas, congênitas e de desenvolvimento são na sua maioria associados a ela entre os pacientes mais jovens; tumores são mais prováveis ​​mais de 40 anos; traumatismo craniano e infecções do sistema nervoso central, pode ocorrer em qualquer idade. A prevalência da epilepsia ativa é aproximadamente na faixa de 50-10 por 1000 pessoas. Até 5% das pessoas experimentam não convulsões febris em algum momento da vida; prevalência da epilepsia de vida é relativamente alta porque a maioria dos pacientes, quer parar de ter convulsões ou (menos comumente) morrem dela. Taxa de epilepsia de incidência aproximada anual é de 40-70 por 100.000 nos países industrializados e 100-190 por 100.000 habitantes em países com poucos recursos; socioeconomicamente as pessoas privadas estão em maior risco. Nos países industrializados, a taxa de incidência em crianças diminuiu, mas aumentou entre os idosos durante as três décadas anteriores a 2003, por razõesnão totalmente compreendidas.

        ONU

        A Campanha Global contra Epilepsia - "Fora das Sombras" - é uma iniciativa conjunta da Liga Internacional contra Epilepsia (ILAE), do Comitê Internacional para Epilepsia (IBE) e daOrganização Mundial de Saúde. Cada uma das organizações envolvidas tentou, no passado, promover alguma modificação, mas nenhuma de fato foi bem sucedida. O lema oficial da campanha é: "Melhorar a aceitação, diagnóstico, tratamento, serviços e prevenção de epilepsia em todo o mundo", pois calcula-se que 70-80% das pessoas com epilepsia podem ou poderiam levar vidas normais se tratadas corretamente.

        Os objetivos da campanha são:
          • Aumentar a consciência pública e profissional de epilepsia como doença do cérebro universal e tratável
          • Elevar a epilepsia a um novo nível de aceitação no domínio público
          • Promover educação pública e profissional sobre epilepsia
          • Identificar as necessidades das pessoas com epilepsia nos âmbitos regional e nacional
          • Identificar as necessidades das pessoas com epilepsia nos âmbitos regional e nacional
          • A campanha inclui componentes internacionais, regionais e nacionais, os quais estão inter-relacionados.

            Tratamento clínico

            Os principais medicamentos utilizados são:

            Epiléticos famosos

            Esta lista inclui algumas celebridades que, por sua biografia, supõe-se que tenham sofrido de epilepsia:
            • Alfred Nobel, criador do prêmio Nobel. Há evidências de que sofreu de epilepsia principalmente na infância.
            • arquiduque Carlos da Áustria (1771 - 1847))
            • Fiódor Dostoievski, escritor russo. Ele começou a ter as crises aos 25 anos de idade. Os ataques se prolongaram até a sua morte aos 60 anos. Nestes 35 anos, o escritor teve cerca de 400 crises convulsivas, que eram seguidas de confusão mental, depressão e distúrbios temporários de fala e memória. "sim, eu tenho a doença das quedas, a qual não é vergonha para ninguém. E a doença das quedas não impede a vida".
            • Gustave Flaubert, escritor francês, autor de Madame Bovary. A doença se manifestou aos 22 anos de idade, com crises parciais simples, (com sintomas visuais de curta duração) e depois com crises complexas. Ele também apresentava os sintomas emocionais, como terror, pânico, alucinações, pensamentos forçados e fuga de idéias.
            • Ian Curtis, roqueiro inglês. O vocalista da banda Joy Division (criada em 1977, época seguinte ao estouro do movimento punk) teve a primeira crise convulsiva logo após a estreia em Londres. O show foi decepcionante e a crise o abalou. Depois disso, a excitação dos shows o levava a ter ataques epilépticos em pleno palco.
            • Moreira César, coronel das forças Armadas brasileiras teve um ataque durante a expedição do exército a Canudos.
            • Moreira César, coronel das forças Armadas brasileiras teve um ataque durante a expedição do exército a Canudos.
            • Napoleão Bonaparte, imperador francês. "Gemia e babava, tinha uma espécie de convulsão que cessava ao cabo de um quarto de hora…" (testemunho de Talleyrand, ano de 1805, um dos que atestam que o imperador sofria, desde jovem, de epilepsia)
            • Napoleão Bonaparte, imperador francês. "Gemia e babava, tinha uma espécie de convulsão que cessava ao cabo de um quarto de hora…" (testemunho de Talleyrand, ano de 1805, um dos que atestam que o imperador sofria, desde jovem, de epilepsia)
            • D. Pedro I, imperador do Brasil. Segundo os historiadores, ele sofria de epilepsia herdada do lado materno de sua família e antes dos 18 anos já tinha sofrido seis crises.
            • Saul, rei bíblico
            • Van Gogh, pintor holandês. Em uma dessas cartas, quando estava internado em Sait-Remy, ele escreveu: "as alucinações insuportáveis desapareceram, estando agora reduzidas a um pesadelo simples, eu penso que em consequência do uso que venho fazendo do brometo de potássio", o primeiro medicamento usado para combater crises epilépticas.
            • Eric Clapton, cantor, compositor e guitarrista britânico.

            Fonte informação: pt.wikipedia.org.